Hoje celebramos o Dia Internacional do Programador

segunda, 14 setembro 2020 10:10

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A profissão de programador é cada vez mais valorizada no mercado de trabalho. Afinal, é uma peça-chave para o desenvolvimento tecnológico e para as grandes transformações digitais.
Historicamente, não há uma data precisa do surgimento das linguagens de programação, mas tudo começou na década de 30, com os primeiros computadores elétricos. Em 1948, Konrad Zuse publicou sua criação, a linguagem de programação Plankalkül, e na década de 50 as primeiraslinguagens modernas surgiram.

Anualmente tem se comemorado a 13 de setembro, nos anos bissextos a 12 de setembro.

Em celebração a esta data, conversamos com um dos programadores do NOSi, William Évora Fonseca. Natural de Santo Antão, William é licenciado em Engenharia Informática e de Computadores na Universidade de Cabo Verde. É colaborador no NOSi como programador há 2 anos no Departamento de Project Government Applications. De acordo com o seu testemunho, o seu primeiro contato de forma profissional foi como estagiário no NOSi em novembro de 2018.

Quando foi o seu primeiro contato com programação?

O meu primeiro contato com programação foi como estagiário no NOSi, antes trabalhava com manutenção de materiais eletrónicos. Depois de selecionado para o programa de NOSiAkademia, fizemos uma formação em redes e na plataforma IGRPWeb. A seguir a formação, fui integrado no Departamento de Plataformas e Sistemas para de seguida ser transferido para o Desenvolvimento de Softwares. Nesse Departamento, dei os meus primeiros passos como programador, trabalhando com o IGRPWeb e nos projetos “SGIT” (Sistema Gestão Informação de Turismo) e “BVCPL” (Bolsa Valores CV Portal de Investimento). Foi o meu primeiro contato com programação de uma forma profissional, conhecia na universidade em que estudava mas superficialmente. Hoje, gosto muito da minha profissão, e não tenho dúvidas.

Quais são as suas tarefas diárias e que tecnologias usas?

A minha tarefa é basicamente programar as páginas que são desenhadas pelos Analistas de Sistemas. De uma forma simplória, digamos que “coloco as coisas para funcionar”, de acordo com os documentos e as especificações que recebo.
Desde 2018, as minhas capacidades evoluíram muita, tanto a nível de conceitos e linguagens de programação, através de pesquisas e interação com pessoas mais experientes.
Enfrento desafios todos os dias, são problemas diferentes a cada dia, mas tento sempre acompanhar as evoluções digitais.

Pensas que á nível mundial, a área evoluiu?

A nível mundial, a nossa área evoluiu muito e continua no processo de desenvolvimento e descobrimento. Tenho ainda pouca experiencia porque todos os dias deparo com matérias e tecnologias novas na programação.
Neste momento, estou familiarizado com a tecnologia Java, uma linguagem de programação e plataforma computacional, mas pretendo viajar e explorar outras linguagens.

Como avalia a área em Cabo Verde e que papel poderá desempenhar o NOSi neste contexto?

No caso de Cabo Verde está num bom caminho quanto a programação. Muitas empresas no ramo tecnológico desenvolvem produtos criativos e com impactos na nossa sociedade. O NOSi enquanto uma empresa do sector público de referencia no mercado, através do programa NOSiAkademia permite aos parceiros desenvolverem e programarem plataformas e inovações com qualidade e originalidade.

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